Enfim ele conseguiu entrar no assunto :
" Afinal , Dr. Robben , a que vem o seu convite ? "
" Já que insiste , vamos lá . Por diversas pessoas fui informado que você está perplexo com o fato do Brasil nunca ter ganhado um só Premio Nobel ... "
" Perplexidade já não tenho mais. Perplexidade é um sentimento fugaz. Ninguém fica perplexo por anos a fio. E eu estou nisto há anos, Dr. Robben. Perplexidades a parte, o que preciso agora é saber o motivo de um país com a inteligência que tem o Brasil não tenha, até hoje, recebido o premio. Este é o ponto: saber o motivo de sermos os Nobel-less do planeta"
Foi quando ambos sorriram muito. Tudo porque Brzil, naquela Ilha de Ormoya, ter acabado de cunhar uma expressão que sintetizava o sentimento de desprezo enfrentado pelos brasileiros : "Nobel less" . Os "sem-Nobel". Os que não têm direito à honraria. Em meio às risadas tragi-cômicas, Robben e Brzil aproveitaram para renovar o brinde inicial, só que o de agora foi mais espontâneo, e serviu para aproximar , para valer , os rescém conhecidos; risadas e álcool fizeram com que Robben começasse a abrir o bico sobre o que sabia do Nobel, no começo de maneira comedida, para logo depois, totalmente .
"Não quero ser precipitado, mas posso garantir que tenho meios de melhorar as chances de determinadas candidaturas ao Nobel. Mesmo assim não posso saber com exatidão quais sejam os motivos de um determinado país, qualquer um, jamais ter ganhado o premio. Sinceramente, acho que isto é impossível de se descobrir. Mas, seguindo caminhos lógicos, posso esclarecer este assunto por outros meios lógicos: se a alguém é dada a possibilidade de influenciar num processo - e disto tenho certeza - é claro que, até por mera objeção, os que não dispõem de qualquer tipo de influência pró - ( permita-me definir assim a possibilidade de um barco vencer tendo a seu favor um vento forte na direção certa que os demais concorrentes não tiveram) permaneçam para sempre esquecidos. Mas, reitero que essa minha conclusão nasce somente da lógica, eis que jamais eu soube de que se tenha feito, de uma forma direta, algo para impedir que "a" ou "b" fossem os escolhidos. "
"Não estou sofismando, nem equivocado quando penso que só restam duas alternativas, quanto tais pessoas que concedem o Premio Nobel jamais terem-no outorgado ao Brasil; ou melhor, aos intelectuais brasileiros: Ou os juízes são desinformados; ou comem milho na mão de pessoas influentes. Como eu sei que tais pessoas não podem ser desinformadas ... "
" Seu raciocínio é lógico, mas lembro-lhe que - a meu ver - ninguém amou mais a lógica possível do que Shakspeare ; e mesmo assim por aqui ele não ficou só na Física , quando admitiu que aqui pela Escandinávia, existiam, entre o céu e a terra , muito mais coisas , Dr . De Alencar , do que pode sonhar a sua vã filosofia . "
" Se vamos por aí , lembro que ele mesmo também disse que não era raro existir algo de podre nos reinos destas latitudes , com suas respectivas longitudes . "
Robben sorriu, ainda que o brasileiro estivesse sério; o que fez Robben, quando voltou a falar, o fizesse com seriedade semelhante a estampada no rosto de Ildefonso. Quando Ildefonso atropelou :
"Dr. Robben, sejamos diretos. Se o senhor quer dinheiro para fazer lobby para o meu país desde já adianto que o trabalho que faço é solitário, independente e carente de quaisquer recursos econômicos. Dá-se por minha conta e risco. E mais; não disponho de verba de representação, ou qualquer outra, tenha o título que tiver . "
Embora essas firulas só parecessem palavras soltas ao vento ; o certo é que com elas Brzil quis incentivar Robben a falar mais sobre o tipo de influência que ele tinha quanto às premiações ; fazendo , porém , questão absoluta de não contrariá-lo . Pior ainda para Robben : procurando demonstrar que só não contratava o Lobby pela sua falta de dinheiro . Todavia, sempre deixou a porta bem aberta para Robben oferecer seus serviços a leite de pato . De graça , portanto .
Tudo porque Brzil já tinha conhecimento de que alguns premiados tinham sido beneficiados por determinado tipo de amizades, que no fundo consistiam no que é denominado comumente de "lobby" .
O que Robben não sabia é que Ildefonso já desconfiava de que aquela forma de aparelhamento do colegiado ( que era feita de graça e em prol de amigos do lobista , ou de amigos dos seus amigos ) , de alguma forma já fazia parte da tradição .
E o empresário holandês foi em frente :
Como, Sr. De Alencar ; como uma pessoa com a fortuna que eu honestamente amealhei poderia solicitar alguma recompensa financeira de você , meu novo amigo ; você que - ainda que eu possa estar enganado - evidencia ser uma pessoa de poucos recursos financeiros ? Sinto muito , mas o que o senhor está mencionando não é lógico , nem pode parecer verdadeiro . "
Pelas contas de Brzil , Robben engolira o anzol . E ele sabia que tinha que aproveitar o momento , dando ainda mais linha ao peixe .
E Brizl aprofundou seu ataques contra as peças de Robben:
"Confesso que não entendi. Se não é por dinheiro, então por qual motivo o senhor poderia gastar seu precioso tempo em articulações para a premiação ? "
"É simples; mas vocês, sul-americanos em geral, desconhecem algo que muitas vezes chega a ser maior do que a própria pecúnia - ou - como dizem os franceses; l ´argent. É a amizade, o desejo de fazer que as pessoas do meu próprio clã sejam-me gratas para sempre. Depois que se conquista certa grandeza de valores fungíveis, daquilo que vocês no Brasil chamam de grana; deste ponto em diante a moeda é outra. Trata-se de valorizar-se aqueles que elegeram-se mutuamente amigos. Estruturar uma sociedade de pessoas que pensam igualmente. Viver-se dentro dos limites possíveis que o termo "sociedade" possa atingir. E é isto que estou agora oferecendo-lhe: que faça parte do meu rol de amigos. Esteja certo de que tal oferta é algo de valor inestimável. Lembro agora de quando aluguei uma plataforma à Petrobrás escutei um provérbio bem brasileiro, que reconhece o valor de uma verdadeira amizade: " Mais vale amigo na praça do que dinheiro na Caixa " . Pois bem, a oferta que agora faço, de que seja mesmo meu amigo, nasceu das notícias a mim contadas pela Srta. Kari Kristiensen. Foi ela quem percebeu os seus méritos, a lealdade que tem a uma causa; e garantiu que o senhor dispõe das virtudes necessárias para ser um dos nossos. E além disto, convenhamos, saber-se que em pleno ano de 2014, com a agenda que a Escandinávia tem com o Brasil, vocês não terem um - pelo menos um - Premio Nobel, é algo que chega às raias do impossível ... "
E, bem próximo ao ouvido de Brzil - disse algo inaudível a quem não fosse um dos interlocutores. Tendo como resposta de Ildefonso algo como ...
"Sr. Robben , temos um ditado bastante simplório no Brasil que diz que "uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa " . Mudando de assunto: eu gostaria de saber mais sobre a Srta. Kari Kristiensen, ela pareceu-me ser uma pessoa de espírito inexpugnável ... "
"Por detrás daquele distanciamento todo esconde-se uma personalidade muito sensível; Kari é uma boa pessoa.
E ela sabe muito bem que existem muitas pessoas fissuradas por ter um Nobel. Posso garantir que esta fixação não chega a ser um privilégio seu. "
Neste ponto Brzil sorriu , eis que - ainda que não fosse dizê-lo para Robben - na verdade ele não era "uma pessoa fissurada por ter um Nobel " . O que ele era mesmo encanado era por saber o motivo de nunca terem dado um premio para um brasileiro . " Uma coisa é uma coisa , outra coisa é outra coisa ! "
Mas Robben prosseguiu : " Não fique pensando que é o único que encasquetou em querer um Premio Nobel para si , para seu país. Ano após ano, muitas são as pessoas que vêm aqui; todos com lindos curriculuns, com belos trabalhos; mas , também , conscientes de que somente a sua obra, somente seu currículo, não serão suficientes para ganhar o premio . "
"Mas se são muitos que vêm ao senhor , como escolhe para quem o seu lobby vai ser feito , caso haja duplicidade ? "
"Brzil, creio que chegamos ao nosso point of no return . Minha experiência diz que você vai ser um dos nossos. Então, já o tendo como um irmão de fé , camarada ; acredite que eu mantenho um conselho particular de informantes graduados - a denominação correta é : " graduados plenos " - que, em havendo empate nos níveis das amizades, eles - os "graduados plenos" - auxiliam-me a escolher dentre os meus amigos - como já somos ; ou entre os amigos dos meus amigos, qual é o mais estão mais apto . Ou seja , neste ponto tem-se uma análise técnica dos trabalhos , a qual apontará sobre quem nossos esforços recairão . "
Brizl continuava achando que ainda era muito cedo para repelir a oferta de Robben . E continuou ...
"Perdão, estes graduados plenos funcionam como seus assessores, estou certo ? "
"É isto mesmo, os graduados plenos vem a ser meus assessores diretos. E são eles, nos quais confio de forma absoluta, que vão me dizer qual a obra, dentre as que me são trazidas pelos amigos , e pelos amigos dos meus amigo , que deve ser assumida por nós . É óbvio que , por uma questão de ética , somente trabalhamos para um em cada categoria . "
" Pela experiência que tenho com estas situações , também acho que o senhor corre riscos de ser escutado por terceiros indesejados , que queiram interceptar suas conversas , suas orientações ... "
"Este risco não acontece comigo, Brzil . E não acontece porque - para tais feitos , nós ainda estamos na era pré -postal . "
" Era pré-postal ? "
"Explico: como você sabe, aqui na Escandinávia todos são fans, adeptos de saunas; banhos públicos em que as pessoas só entram despidos, tenham o sexo que tiverem. Foi por isto que re-entronizei o costume que chamo "boca no ouvido". Ou seja: quando eu quero falar algo para um "graduado pleno" eu - simplesmente - marco uma reunião numa determina sauna; onde - evidentemente - ninguém pode trazer um gravador escondido, simplesmente por não ter onde esconde-lo. E , se por absurdo , admitirmos um gravador tão pequeno que possa ser trazido por uma pessoa desnuda . Ou seja: toda a comunicação é feita da boca para o ouvido , e - assim mesmo - num volume bem baixo , chegando ao detalhe de observar-se se o ouvinte tem algum objeto intra-auricular , fato que impediria que ele estivesse dentre os meus graduados plenos . Daí quase chegar a ser absoluta a impossibilidade de um graduado pleno obter - se o quisesse - uma prova de minhas instruções .
Veja , Dr Alencar , foi por estas e outras que o Francis nunca conseguiu provar uma vírgula sobre nós . "
"Bom, mas isto seria factível em Oslo, e seus arredores . Mas , nos tempos de hoje, na maioria das vezes as pessoas estão em distâncias que não podem ser vencidas assim, facilmente ... é aí que entra a necessidade da telefonia, dos e.mails ... "
"Também sempre pensei nisto. Estás vendo aquele helicóptero ali estacionado. Na época do Nobel trago-o em regime de alerta total, pronto para a qualquer momento partir para um lugar, na Escandinávia - região onde exerço meu trabalho solidário - para seguir a qualquer ponto onde as reuniões de sauna possam acontecer. Ou seja, quanto à comunicação sobre isto tudo, não só estamos numa era pré- Graham Bell; mas, também, numa era anterior ao correio postal propriamente dito; aquela do homem a cavalo anunciando sua passagem pela vila para entregar cartas escritas a mão. Brzil, nisto tudo, só existe comunicação oral, e ao vivo. Nem mesmo telefone feito com duas latas e barbante são admitidos".
Foi quando Robben deu uma boa gargalhada. Mas Ildefonso apenas sorriu.
"Sinceramente, jamais eu pensei que isto pudesse ainda acontecer ..." Emendou.
"Mas ainda tenho uma séria dúvida, Sr. Rodden: Parece-me evidente que, ao não dar conta de fazer você mesmo a avaliação pessoal - aquela que deveria ser feita pela sua própria pessoa - das muitas teses que participam dessa pré escolha, o senhor está transferindo para terceiros o poder real de tal esquema. Mesmo com os cuidados em não ser pego fazendo explicitamente seu lobby, mesmo assim estamos diante da possibilidade de que os seus "graduados plenos " venham a se corromper, eis que se o senhor não precisa mais de dinheiro, é quase certo que eles ainda necessitem do vil metal."
"Sobre isto, a minha opinião é que em todas as relações humanas chega-se a um ponto em que só nos resta confiar - ainda que nem sempre o queiramos - em outras pessoas. Nem todos os cuidados do mundo podem evitar que - em algum momento - sejamos obrigados a confiar em outro ser humano. E eu, sabendo disto, faço sempre uma triagem ultra cuidadosa dos meus graduados plenos, além de promover reavaliações de rotina sobre como andam suas vidas. É o máximo que posso fazer. Mas fique tranquilo Brzil, em muito anos de atuação, nunca tive uma só traição. Pelo menos que viesse dos meus assessores de lobby. "
E , de novo , gargalhou .
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Marcadores
abriram
acariciavam-se
acaso
Adhemar
África
ajoelhar-se
alcance
Alegrete.
alemão
alma
Almerinda
amizades
amor
anônima
antítese
apartamento
apresentação
Aramis
arataca
Argentina
argumentos
arranjado
asas
Athos
atracar
atrevimento
Austrália
autor
aviso
aziaga
balzaquiana
banco
bandido
Banho
barrigas-verdes
Becerra
Becerras
Bicicleta
bienvenidos
binóculo
biógrafo
blusa
Boca de Ouro
Boca do Monte
Bóldedalma
Boleto
bolso
borbotões
bordel
Brasília
Brown Cow Bank
bruxuleante
Bubi
cabaret
cabeça
cabelos
Caçapava
cachorro
cadeado
cadeia
calado
calça de baixo
cama
campeia
canalha
capa-e-espada
capa-pretas
capital
capítulo 1
capítulo 12
capítulo 13
capítulo 14
capítulo 15
capítulo 16
capítulo 17
capítulo 18 A
capítulo 18 B
capítulo 19
capítulo 2
capítulo 20
capítulo 21
capítulo 22
capítulo 23
capítulo 24
capítulo 3
capítulo 4
capítulo 47
capítulo 48
capítulo 49
capítulo 5
capítulo 50
capítulo 51
capítulo 52
capítulo 53
capítulo 54
capítulo 55
capítulo 55 R2
capítulo 56
capítulo 57
capítulo 58
capítulo 59
capítulo 6
capítulo 60
capítulo 62
capítulo 63
capítulo 64
capítulo 65
capítulo 66
capítulo 67
capítulo 68
capítulo 69
capítulo 70
capítulo 71
capítulo 72
capítulo 73
capítulo 74
capítulo 75
capítulo 76
capítulo 77
capítulo 78
capítulo 79
capítulo 80
capítulo 81
capítulo 82
capítulo 94
capítulo 95
capítulo 96
capítulo 97
carancho
Carlão
Carlos Gardel
Carmem
casamento
casariam-se
castrava
Caverá
cerveja
cervejaria
champanhe
Chatô
chefatura de polícia
cidadezinha
ciências humanas
classe
Claudia Cardinalle
Colcabamba
Com Chaveco
complacente
comportadamente
confidenciou
confraria
confusão
consumaria
Coração
corazón
corredor
Correio do Norte
crise.
Curunilha
cusco
D ´Artagnan
D´Artagnan
D´Orsay
datilografia
declama
dedicação
democraticamente
desculpa
desembarque
destino
determinar
detetive
Deus
devastação
diário de bordo
dinheirama
dinheiro
Dionísio
Dirceu
disfarçou
Dona Almerinda
Dona Flora
Dona Julietinha
Dona Marica
Dotô
Doutor
Elizabeth Taylor
Emagrecido
embolsar
empreitada
Encargo
enganando
enrodilharam
equívoco
Ernesto
ERP
esbaforida
escolha
escritos
escuridão
espalhar
esquerdo
estafermo
estância
estancieiro
este blog
estudos
Eunuco ou Hermafrodita?
Europa
evidente
F100
fazendeiros
fechadura
Federal
ficção
filosófico
fim
final B
fineza
fita
flores
fofocas
fortuna
Fortunas
frigorificação
fronteira
fronteiriço
furgão
futuro
galena
gaudério
Gauguin
gente
ghost writer
Gian
Giancarlo
Giancarlo Petrucci
gran- puta
grávida
gritando
Gualter
Guapos da Fronteira
guarda-chuva
Guilain
guri
herança
hipotesis
História
honra
horizonte
Hulha
imaginação
independentes
índio maula
intensamente
internacionales
interrupção
Ipanema
irmandade
italiano
J. Proudhon
Joaquim
jogos de Eros
Jorge Luis Borges
jornalista
José Amaral
Judas
Julietinha
junção
ladrão
Lagoa da música
lágrimas
Lampião
lembrar
Leonel
liberação
lições
Lisboa
literária
Livro
lógica
lolitas
Londres
Lotto
Lua de Mel
madrugada
madura
mafiosos
Maranhão
marido
Mastroiani
matador
Mecenas
Mediterrâneo
memórias
menino
Mercedes
mesa
Milczarek
missão
moça
moças
molestado
molhados
monastério
Mosqueteira
Mosqueteiro
mosqueteiros
mulher
mundo
naba
Namorada
namorado
navio
negócio
nosotros
novo-rico
novos mosqueteiros
NRBZ
nudez
O Cruzeiro
Oficial
oficial italiano
Old Parr
olvidastes
Oriental
Pá
pagos
paixão
palavra
Paniagua
Paraguai.
parente
Paris
pastor
patrimônio
Paulo
Paulo Becerra
pecuniárias
Pedro
pentear
pernambucano
perseguição
Pio XII
Pipoquinha
pistoleiro
Pituca
plagas
plata
platônica
Polaquinha
polaquinha.
portão
Porthos
Porto Alegre
português
Portunhol
povo assassino.
prazo
Prendoca
primeira
Professor Pery
promessa
propriedade
pulgas
Pulo Becerra
Punta del Leste
quadradinha
quebra-cabeças
quéra
Quita
raça
raros
rataca
Recife
relógio
remessas
Renguiá
República Oriental
reunião
Rio
Rio de Janeiro
Rio Grande
roleta
Roma
RPGS
Rússia
Salustiano
San Martin
Santa Maria
Sapiran
segredos
segurança
Sem Chaveco
Serra
sessões
Seu Salim
Severino
Sevilha
silêncio
Silvério
sonhar
Sul
Taquarembó
Tchê
te amo
tenente
teorias
tesouro
Thaiti
Toscana
traído
trampa
tranquila
transposto
travesseiro
Três Mosqueteiros
única
urdida
urso-panda
Uruguay
Valéria
Vaticano
Velho Testamento
verdade
vereador
viagem
Vigo
Vinícius de Morais
Vinicius Gullar
Violão
Vira-Latas
vitória
Zé Manél
Nenhum comentário:
Postar um comentário